segunda-feira, maio 09, 2005

CEIROCO !

Por vezes encontramos locais que nos marcam, que exercem sobre nós uma energia, um poder de regeneração nunca antes sentido. Tornam-se para nós locais de culto, sagrados, locais de peregrinações continuas. São esses locais que nos levam a acreditar em qual Deus máximo, Senhor de uma criação divina. São esses locais que nos levam a acreditar que afinal a perfeição se pode materializar em algo que não só os olhos podem consumir, mas da qual também a alma se pode alimentar. Ceiroco é um desses locais !
Chegamos debaixo de uma noite de cores marcadas pela escuridão. A Lua escondia-se por detrás de um céu pintado todo ele por um largo mar de estrelas, que comtemplamos sem preconceitos, medos ou receios. Pareciam navegar solidamente num espaço desenhado no infinito. As almas estavam em silêncio. Os corpos estavam mergulhados nesse silênçio. O fogo transformou a luminosidade do nosso espanto, aquecendo a refeição que nos deslumbrava os olhos. Rápidamente transformamos os alimentos, rápidamente vivemos a ceia, rápidamente nos jogamos na ansiadade de viver, de sentir de perto tudo o que nos rodiava, e se para uns já o conhecimento era uma certeza, para outros o caminho era de aprendizagem, de enriquecimento para todos. A noite adormeçeu-nos, cantando melodicamente uma balada harmoniosamente encantada.
A manhã bateu-nos na porta de perto, com odores que deliciavam-nos de encantos. Olhamos em volta e a Montanha, qual sinal máximo da existençia de um Deus não Homem, mas sim Natural, abraçava-nos, reconfortando-nos no seu leito e sopé.
A primeira etapa era entrar dentro de Deus, dentro da Montanha. Ela pareceu-nos observar, sossegadamente; a entrada da veia que nos dava acesso ao seu intimo era larga, e a Montanha abriu-se, convidando seus filhos a entrar, querendo que de volta eles, mesmo por momentos, sentissem de novo, o bater do seu coração, sentissem a casa de onde um dia partiram para se tornarem Humanus.
"Vinde até mim, meu filhos, não receiem quem vos ama, quem vos acolhe em seu ventre e vos quer acarinhar na sua corrente." E entramos. No seu silênçio, sentimos que haviamos retornado a uma casa nostra, regressamos ao nosso máximo destino. Ele era escuro de luz, mas luminoso de beleza. Ele era a paz, a serenidade, ele encantava-nos com as suas cores, o seu calor. Por momentos sentimos que afinal Deus sempre existe e que a perfeição está ao alcançe dos nossos seres. Mas a Montanha sabia que seus filhos tinham ainda muito caminho para percorrer até regressarem a ela, e cuspindo-os num vómito espontâneo, eles regressaram à terra, ao solo, à luz solar.
A ansiadade crescia nos corpos, e a adrenalina fumegava no sangue. As barreiras cresciam, e os obstáculos pareciam querer demover desejos, objectivos. Mas quando se é filho de quem é, quando se nasce de dentro de Deus, a vontade de acreditar é maior. E mesmo que nem todos saltem os obstáculos de forma igual, todos são iguais no salto que dão para o outro lado dos seus próprios obstáculos. Os receios são efémeros, quando sentimos que da nossa vida dependem as vidas dos nossos irmãos.
Os pés doiam, as pernas endurecidas caminhavam pelo asfalto arenoso do mato obstruido, espantosamente fluimos pelos troncos dialéticamente transformados em barreiras sem rumo, sem destino.
"Quem nos quer parar? Quem deseja que desistamos? Quem tem por objectivo que não possamos chegar mais além?" Mas neste grito, paramos e sentimos nossa Mãe, sentimos que a Montanha estava brincando conosco, divertindo-se com seus filhos, progenitora divina que carinhosamente jogava brinquedos nos nossos caminhos.
Tudo foi transposto, até mesmo os obstáculos da mente.
Ceiroco é agora um lugar Divinus, Máximus. Ceiroco é agora para nós um local de peregrinação. Porquê?... Existem perguntas à qual só os Filhos da Montanha tem as respostas, e elas vivem nos seus olhares.... Olha para eles e sentirás porquê!
Ceiroco.7.8.Maio.2005.

9 comentários:

Marta disse...

Fiquei com vontade de conhecer esse lugar. Que bom que voltaste. Beijo

Anónimo disse...

Ceiroco……………………..

Antes de Ceiroco, durante Ceiroco e depois de Ceiroco (?! AC/DC ?!), sempre quis encontrar alguém a quem dedicar dois textos que há muito tempo guardo. Textos estes, que de certa forma já os senti e sempre os quis partilhar, mas nunca encontrei as pessoas certas.
Obrigado aqueles que partilharam Ceiroco, mas não só os que lá estiveram, todos aqueles que ficaram e permitiram que Ceiroco fosse uma realidade (Namorada, Esposa, filho(a)s, família amigos etc. e …Dulcineias…); e mais uma vez obrigado por me permitirem a dedicação destes texto que há muito me pesavam …
“Uma mensagem a Garcia
Em todo este caso cubano, um homem se destaca no horizonte de minha memória como o planeta Marte no seu periélio. Quando irrompeu a guerra entre a Espanha e os Estados Unidos, o que importava a estes era comunicar-se rapidamente com o chefe dos insurrectos, Garcia, que se sabia encontrar-se em alguma fortaleza no interior do sertão cubano, mas sem que se pudesse precisar exactamente onde. Era impossível comunicar-se com ele pelo correio ou pelo telégrafo. No entanto, o presidente tinha a tratar de assegurar-se da sua colaboração, e isto, quanto antes. Que fazer?
Alguém lembrou ao presidente: "Há um homem chamado Rowan; e se alguma pessoa é capaz de encontrar Garcia, há de ser Rowan".
Rowan foi trazido à presença do presidente, que lhe confiou uma carta com a incumbência de entregá-la a Garcia. De como este homem, Rowan, tomou a carta, meteu-a num invólucro impermeável, amarrou-a sobre o peito e, após quatro dias, saltou, de um barco sem coberta, alta noite, nas costas de Cuba; de como se embrenhou no sertão, para depois de três semanas surgir do outro lado da ilha, tendo atravessado a pé um país hostil e entregando a carta a Garcia, são coisas que não vêm ao caso narrar aqui pormenorizadamente. O ponto que desejo frisar é este: Mac Kinley deu a Rowan uma carta para ser entregue a Garcia; Rowan pegou a carta e nem sequer perguntou: "Onde é que ele está?"
Hosannah! Eis aí um homem cujo busto merecia ser fundido em bronze imarcescível (N.E.: incorruptível, indestrutível) e sua estátua colocada em cada escola do país. Não é de sabedoria livresca que a juventude precisa, nem de instrução sobre isto ou aquilo; precisa, sim, de um endurecimento das vértebras, para poder mostrar-se altiva no exercício de um cargo; para actuar com diligência, para dar conta do recado; para, em suma, levar uma mensagem a Garcia!
O general Garcia já não é deste mundo, mas há outros Garcias. A nenhum homem que se tenha empenhado em levar avante uma empresa, em que a ajuda de muitos se torne precisa, têm sido poupados momentos de verdadeiro desespero ante a imbecilidade de grande número de homens, ante a inabilidade ou da falta de disposição de concentrar a mente numa determinada coisa e fazê-la.
Assistência irregular, desatenção tola, indiferença irritante e trabalho mal feito, parecem ser a regra geral. Nenhum homem pode ser verdadeiramente bem sucedido, salvo se lançar mão de todos os meios ao seu alcance, quer da força, quer do suborno, para obrigar outros homens a ajudá-lo, a não ser que Deus Omnipotente, na sua grande misericórdia, faça um milagre enviando-lhe como auxiliar um anjo de luz.
…/…
Todas as minhas simpatias pertencem ao homem que trabalha conscienciosamente, quer o patrão esteja, quer não. É o homem que, ao lhe ser confiada uma carta para Garcia, tranquilamente toma a missiva sem fazer perguntas idiotas, e sem intenção oculta de jogá-la na primeira sarjeta que encontrar, ou praticar qualquer outro feito que não seja entregá-la ao destinatário; esse homem nunca fica "encostado", nem tem que se declarar em greve para forçar um aumento de ordenado.
A civilização busca ansiosa, insistentemente, homens nestas condições. Tudo que um tal homem pedir, ser-lhe-á de conceder. Precisa-se dele, em cada cidade, em cada vila, em cada lugarejo, em cada escritório, em cada oficina, em cada loja, fábrica ou venda. O grito do mundo inteiro praticamente se resume nisso:
"Precisa-se, e precisa-se com urgência, de um homem capaz de levar uma mensagem a Garcia".
Elbert Hubbard”


”Loucos e Santos
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela
pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas
injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade fantasia, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de
aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para
que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois vendo-os loucos e santos, fantasiosos e sérios, crianças e velhos, nunca me
esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
(Oscar Wilde)”

Anónimo disse...

Agora sim, CEIROCO.

Desta vez nem foram para lá nem vieram para cá.
Deram a volta, mas para lá iam uns e para cá vieram outros.
Os mesmos? Não, talvez, quem sabe! … Perguntem ao vento e procurem a resposta, mas a verdade é que o vento nem se quer lhes fez frente desta vez.
Escolheram um sítio bem profundo, escondido, bem no seio dela, no mais íntimo do que ela tem.

E quando a aurora despertou eles tudo preparavam e calculavam. A aurora deu o último bocejo e eles em silencio gritaram: -É agora!...
E quando iniciaram ela sentiu ao de leve uma comichão. Lá franziu um olho e argumentou: “- Quem anda ai? “, e depois de verificar ignorantemente pensou: “- Lá andam eles outras vez, coitados…”, e de repente franziu a testa, arrepiada e assustada arregalando os dois olhos gritou: “-Mas que é isto car…”, já não teve tempo de terminar. Eles já a tinham penetrado no golpe que há muito sofrera. E nela se introduziram e ela assim o sentiu.

Viam uma chama ao fundo, fraquinha, mas lá brilhava o que podia, e pensavam, já te apago é num instante. Mas à medida que penetravam deixaram de ver uma chama para verem duas. Uma atrás e uma á frente. Qual a que brilhava mais? Eis a questão. Se primeiro olharem para a frente a chama era mais viva que ao olhar para trás, mas se olharem para trás a chama agora era mais viva que a da frente. E ao contrário, se em primeiro olharem para trás a chama era mais viva que olhar para a frente, mas se olharem para a frente a chama era mais viva que para trás. Mas que confusão, isto parecia mais perto, já ali, mas afinal quanto tempo já andamos? Quanto falta? , Onde nos fomos meter!...

E ela fez força, contraiu-se, fechou os olhos, contorceu-se, e por fim consegui.
Alguém do reino espantado ficou. Viu sair quarto coisas meias esverdeadas meias pretas meias brancas, uma cor esquisita e mais uma de tom amarelo como se fosse uma placenta, e questionou-se. “- Já vi muita coisa na vida, mas nada disto, será que ela os vomitou ou dejectou?
Nada disso. Ela pariu-os. E agora eles são seus filhos. OS FILHOS DA MONTANHA!
Ao entrarem nela ela teve que os aceitar. E na escuridão no silêncio na solidão e acalmia, eles aos poucos começaram a fazer parte dela. E dentro dela, ela limpou-os, acarinhou-os, transformou-os, e eles que entraram uns saíram outros…

E lá continuaram. Chegaram ao outro obstáculo e meditaram que afinal eram os filhos da montanha mas um calafrio subiu pela a espinha e pensaram que também eram filhos do homem e ali viram a sua pequenez. Loucos, santos, fantasiosos, sérios, de tudo um pouco e num esforço lá quebraram a monotonia. Mas se para uns meia vitória foi conquistada para um filho da montanha uma duas ou mais vitórias foram ganhas. E ela que agora olha para eles como mãe preocupada pensou que muito orgulho tinha nesse seu filho, e olhando para os outros e de novo para ele, confiante fechou os olhos e voltou a adormecer tranquilamente e em paz.

Outro obstáculo apareceu. E ela como mãe uma lição nos deu. Mesmo á nossa frente um caminho fácil plano e tranquilo, mas para o alcançar muitos calvários tivemos que passar. A ansiedade era muita, algo tão fácil tão perto e tão longe. Sentimos que desta vez a lição enquanto recém-nascidos nos pode ser útil.

E depois de conseguirem lá chegaram, esperava-os Garcia. Entregaram o que traziam, cada um á sua maneira e o cansaço deles se apoderou, e aconchegadamente se aninharam procurando o conforto da agora sua Mãe.

Anónimo disse...

CEIROCO



Ceiroco começou como quase todas as aventuras começam. Com os jeeps atulhados de expectativas e com pressa de sair, pois grande era a pressa de chegar. Os telefones tocavam na esperança de acelerarem o tempo. Os últimos preparativos eram feitos á força da vertigem e quando começámos a rolar na estrada o dia entrava na acalmia do fim de tarde. O Sol indicava-nos o caminho pelas montanhas e deixava-nos ver somente o que queria que víssemos. Sempre suspeitei que é ciumento do que é dele.
Quando chegámos sentimos que havíamos ultrapassado as portas de outra dimensão. Ali estava o espírito da Montanha e de todos os seres que nela habitam! Que grandiosa e tão cheia de mistérios Ela é! Já de madrugada deitámo-nos no seu colo a ver as estrelas e entrámos num sono profundo, embalados pelo Seu murmúrio feiticeiro.
A manhã acordou-nos e a Montanha mostrou-se então em toda a sua grandeza. Era tamanha a sua crista e tão extensos os seus braços que nos fez lembrar dos nossos receios e limites para a jornada que se aproximava. Mas a nossa vontade e valentia eram tão grandes como Ela. E no meio de um silêncio cúmplice navegámos pelo seu âmago, respeitosos da sua intimidade, deslumbrados pelo que víamos á força de lanternas, empurrados pela corrente da camaradagem que nos fazia navegar de feição. Quando por fim saímos do seu seio renascemos. Vencemos a espiral do poço sem fundo e encontrámos a luz que nos haveria de continuar a guiar. Cale-se Homero, pois novos heróis se levantam! Curve-se o labirinto de Creta perante o poço de Ceiroco!
À luz do meio-dia Ela olhou-nos de soslaio e subtilmente sorriu, talvez orgulhosa de nós, talvez cruel e manhosa pelos obstáculos e provas a que ainda nos submeteria. Quem sabe? E o descanso mal tinha finado quando o nosso navegar foi abruptamente interrompido pela barreira medonha que Ela nos lançou. O choque abalou-nos. Vacilámos. Duvidámos. Tememos. Mas Ela havia menosprezado, coitada, a força de irmãos, de camaradas. Empurrados pelo medo unimos os nossos espíritos e a nossa vontade foi só uma. E fomos maiores do que a barreira, gigantes no querer, invencíveis na luta contra um inimigo que habita bem dentro de nós mesmos. A barreira foi ficando para trás dos nossos olhares à medida que avançávamos para a próxima prova. As emoções foram muitas, o dia já ia longo, as batalhas duras e Ela então lançou mão da traição. Tentou corromper os nossos corpos cansados com promessas de descanso de leite e mel na terra prometida. Lançou obstáculos imensos a poder de fogo. Agarrou-nos com garras emboscadas em veredas por abrir, mas a nossa VONTADE era a nossa FORÇA e, já noite, vencemo-la finalmente quando sentimos a suavidade do seu caminho e o Seu respeito por nós. E assim se ganha a Liberdade.

Anónimo disse...

carlos sá

Muitas coisas já tinham começado.
Provavelmente muitas coisas já tinham terminado.
Naquela sexta feira, o tempo parou. Tudo de repente tinha ficado para trás. Em breve estariamos numa nova dimensao, onde nada era parecido com o conheciamos. Curiosa, essa sensaçao de bem estar, de plenitude, de dominio, sem nada para dominar, na verdade! Nada para dominar, a nao ser nós próprios, os Senhores, como Eles nos chamam.
E sem querermos, ficámos, irremediavelmente , a comtemplar o vazio, a escuridao, o desconhecido! E o silencio, proprio dos locais de culto, ainda me bate nos ouvidos!
A Montanha.
Nao a venero, nao me rendo, nem a ela, nem a Deus, apenas os respeito.
E de repente, todos percebemos, alguma coisa tinha começado! o quê? como? porquê?
UNIAO, EQUILIBRIO, FORÇA, CORAGEM.
Só temos um destino, uma direcçao,
depois de Ceiroco, tudo é possivel.

Aos meus amigos
carlos

Anónimo disse...

Aos quatro senhores

A presença de Deus está em todos os lugares, a todo instante,porém no dia a dia de luta as vezes nada percebemos.Esse foi um grande momento para voces.
Parabéns por se deixarem sensibilizar por esse instante, por este lugar, pois alguns passam diante de tudo e de todos e nada percebem.

abraços

Anónimo disse...

Em Ceiroco... e no resto do mundo!!!

No ínicio eram as trevas!
A escuridao.
A certa altura começou a parecer um ponto. Um pequeno ponto.
Foi aumentado, aquela pequena chama foi crescendo, crescendo...
Aquela luz, ainda ténue, foi ganhando volume, e o brilho foi ficando cada vez mais intenso.
Aos poucos, fomos tendo a certeza q aquela chama nao se íria extinguir.
Parecia um fogo, que nos invadia.
De lá irradiava algo, a que ninguem ficaba indiferente.
Era como uma estrela, que nos puxava ao seu encontro!

Aconteceu!!!!
Estamos aqui, na LUZ !!!!
O BENFICA , FOI CAMPEAO.

Anónimo disse...

Em Ceiroco... e no resto do mundo!!!

No ínicio eram as trevas!
A escuridao.
A certa altura começou a parecer um ponto. Um pequeno ponto.
Foi aumentado, aquela pequena chama foi crescendo, crescendo...
Aquela luz, ainda ténue, foi ganhando volume, e o brilho foi ficando cada vez mais intenso.
Aos poucos, fomos tendo a certeza q aquela chama nao se íria extinguir.
Parecia um fogo, que nos invadia.
De lá irradiava algo, a que ninguem ficaba indiferente.
Era como uma estrela, que nos puxava ao seu encontro!

Aconteceu!!!!
Estamos aqui, na LUZ !!!!
O BENFICA , FOI CAMPEAO.

Anónimo disse...

Não conheço Ceiroco!...
Mas sou uma pessoa inteligente e hei-de descobri-lo. Já agora e para que não gaste muita energia e massa cinzenta, onde é que ele mora?!
Ainda se fosse Sirocco...