Sentimos por vezes a tentação de criticarmos, de abençoarmos e até de endeusarmos palavras, escritos, frases e rabiscos de uma forma anónima, sem que alguém perceba que a nossa personalidade se despe e se revela por um simples acto de ajuizar. Afinal a justiça é cega, mas nós não devemos tornarmo-nos sombras do nada, apenas porque fazemos um juizo ao quer que seja. Devemos frontalmente saber assinar, com esse nome add eternus , que é a nossa identidade máxima..."podemos perder tudo mas nunca nos perderemos até ao dia em que perdermos o nosso nome!"maxwell hillander(sociólogo).
Quero deixar a pronuncia de um acto simples, de um nome, de uma identidade, não creio que uns puros pontos(... ...) sejam o sentido lato de uma pessoa, pensarei mais que sejam apenas o sentido obliquo da escuridão, do medo, do nada.
Sinto a chegada de alguém...alguém que fala, alguém que se expressa, alguém que diz:
" Olá eu sou quem sou! E tu conheces-me por isso digo-te o meu nome!"
Ode a quem se expressa na própria voz do seu ser, e assina nas próprias letras da sua alma!

1 comentário:
Olá, eu sou quem sou!... O meu nome não interessa para nada, pelo contrário, para além de simples, é comum! O meu nome é de Santo, mas de santo tenho pouco, apenas aquilo que profundamente sinto pela humanidade e por todos aqueles que me são tão queridos. Não assino mais porque deixaria de ter piada a minha intervenção!... Some other day...
P.... .......
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